quinta-feira, 9 de Julho de 2009
A Filha da Floresta - Trilogia Sevenwaters
quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Abriu hoje a 79ª Feira do Livro de Lisboa!
Podem encontrar todas as informações disponíveis neste endereço. A programação cultural é variada, abrangendo conferências, debates, espectáculos, lançamentos, workshops e sessões de autógrafos, entre outros. Existe também um blogue, onde se vai dando conta das notícias mais recentes sobre a Feira. A única coisa da qual senti a falta foi do "Livro do Dia", informação preciosa para quem visita a Feira diversas vezes e aproveita as promoções. É uma pena. A minha primeira incursão será já no próximo Sábado. Boas leituras!sábado, 25 de Abril de 2009
Desgraça
quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Uma casa na escuridão
sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Todo-o-Mundo
Editora: Publicações D. Quixote
Classificação ****
Este romance de Philip Roth é uma história de perda e arrependimento, de combate de um homem contra a mortalidade. A personagem principal é um criativo de sucesso numa agência de publicidade de Nova Iorque, é pai de dois filhos, de um primeiro casamento, que o desprezam, e de uma filha, de um segundo casamento, que o adora. É o irmão querido de um bom homem, cuja boa forma física virá a despertar nele uma amarga inveja, e é o solitário ex-marido de três mulheres muito diferentes com quem teve casamentos desastrosos. É um homem que se tornou naquilo que não quer ser, sentindo-se destroçado pela decadência dos seus contemporâneos e perseguido pelos seus próprios medos, principalmente a debilidade física. Depois do seu terceiro divórcio e depois de se reformar, este homem retira-se para a sua aldeia natal, para se dedicar à pintura e recordar os bons e maus momentos da sua vida. Em sete anos, é operado sete vezes, devido a problemas cardiovasculares. Enfrentando a solidão e morte por várias vezes, arrependido de muitas opções que fez ao longo da sua vida, esta é a história de um homem qualquer, que se questiona sobre o sentido da vida ou, quem sabe, pela sua ausência.
quarta-feira, 15 de Abril de 2009
79ª Feira do Livro de Lisboa
A 79ª Feira do Livro de Lisboa já tem data marcada. Realiza-se entre 30 de Abril e 17 de Maio de 2009, no Parque Eduardo VII. Para além de uma imagem renovada, também os horários sofreram alterações, encerrando agora mais cedo. Estão, para já, inscritas 140 editoras e o país-tema convidado será o Brasil.Horários:
Abertura:
2ª a 6ª feira: 12:30
Sábados, Domingos e Feriados: 11:00
Encerramento:
2ª a 5ª feira:20:30
6ª feira e Sábados: 23:00
Domingos e Feriados: 22:00
Último fim de semana: 24:00
domingo, 12 de Abril de 2009
Lirael - A rapariga do glaciar

Editora: Editorial Presença
sexta-feira, 10 de Abril de 2009
A hora de Sertório
Resumindo, de um lado temos o relato histórico, factual, onde se relatam os acontecimentos de uma forma objectiva (sem com isso se retirar a subjectividade do autor, patente na sua clara preferência pelo nosso herói); por outro lado, temos um romance, cujo autor teve a preocupação de se manter fiel à História, mas com traços literários próprios do género, utilizando a ficção onde os factos históricos não eram suficientes para preencher toda a acção e onde havia lacunas históricas. Um livro notável de um autor que vale a pena ler.
quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Os corvos de Avalon
quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Mafalda Inédito
segunda-feira, 16 de Março de 2009
O socialismo traído - por trás do colapso da União Soviética
sexta-feira, 13 de Março de 2009
O criado secreto
quinta-feira, 12 de Março de 2009
A sombra do vento
A Sombra do Vento é um livro de mistério, sobre o mistério dos livros e dos amores perdidos. O enredo mistura géneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. A história desenvolve-se na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra. O romance de Zafón, além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias. Uma obra sedutora, comovente e impossível de largar.
quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Brancos estúpidos e outras desculpas esfarrapadas para o estado na nação
Classificação: ****
quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
A passo de caranguejo
domingo, 8 de Julho de 2007
A última feiticeira
O berço da heroína desta história, Catelyn, e dos seus cinco irmãos varões, situa-se na Grande Ilha, cada vez mais fustigada pelos ataques dos Viquingues, nas suas estranhas embarcações mais velozes que o vento. Os senhores locais formam uma aliança para os repelirem, consolidando essa política através de casamentos combinados entre os herdeiros das grandes famílias. Depois de uma infância paradisíaca, Catelyn cresce num mundo cada vez mais violento, assistindo impotente às manipulações da maldosa Myrna, a protegida do homem com quem o pai de Catelyn destinou casá-la. Só a Pedra do Tempo que se ergue imponente sobre o Norte do mundo guarda o segredo de um poderoso pacto de amor e sangue.
quinta-feira, 28 de Junho de 2007
Uma conjura de saltimbancos

Mil novecentos e oitenta e quatro
A previsão do mundo descrito por Orwell alicerça-se num vasto conjunto de elementos políticos e tecnológicos comuns a todas as sociedades industriais. Do pós-guerra aos nossos dias, a imbricação económica dos diferentes sistemas políticos, tendendo à sua uniformização e a evolução no sentido totalitário, por via da tecnologia, das chamadas sociedades democráticas, tornam hoje de imediato reconhecíveis situações e personagens, não como puras invenções, mas como conjecturas realizadas ou em realização.
quinta-feira, 21 de Junho de 2007
Ensaio sobre a cegueira
Toda a gente cega. Eis a proposição do romance de José Saramago. A cegueira traz consigo a desordem social, como se pela porta aberta pelo medo entrassem os animais soltos que vivem em nós acorrentados pela razão.
Ensaio sobre a Cegueira é um livro duro, de uma violência verbal que vai desorganizando o mundo até o reduzir a lugar de escuridão, onde entra com timidez, aqui e além, um raiozinho de sol. É como se o autor não ousasse escrever a felicidade ou a sua hipótese.
Porquê um livro assim? José Saramago escora o romance numa indignação e num projecto ético. A necessidade de transcendência, que se inscreve numa linha de coerência anterior e pessoalíssima – lutas que ele vai entretendo com o Homem e a sua ideia de Deus, que faz cair nos magros ombros do Homem a responsabilidade final do seu destino – leva-o agora à negação do humano depois de ter negado o divino. (...) Trata-se do juízo final da Razão.
Clara Ferreira Alves
In Expresso
O Ensaio sobre a Cegueira terá sido, talvez, o livro de saramago que mais gostei. O forte poder da narrativa, a maneira como ele nos transporta para aquele mundo terrível, onde a crueldade do ser humano é a tónica fundamental, é de um realismo arrepiante. Sendo certo que é um dos livros de Saramago mais fácil de ler não é, contudo, o mais fácil de "digerir", pois é praticamente impensável que o ser humano possa ser tão estúpido e cruel. Não é fácil transmitir o que se sente ao lê-lo. Só mesmo a sua leitura poderá revelar o universo de sensações que Saramago nos criou. Vale bem a pena.
Iraque - Assalto ao Médio Oriente
quinta-feira, 14 de Junho de 2007
A manopla de Karasthan
O povo de Allaryia perdeu o seu campeão – Aezrel Thoryn, provavelmente morto numa batalha contra o Flagelo, a força das trevas, em Asmodeon – e mais do que nunca precisa de protecção. Aewyre Thorin, o filho mais novo do saudoso rei, pega em Ancalach, a espada do seu pai, decide descobrir o que realmente lhe aconteceu e parte a caminho de Asmodeon.
Uma morte súbita e terrível
domingo, 10 de Junho de 2007
História da Beleza
Este livro parte do princípio de que a Beleza nunca foi algo de absoluto e imutável, mas assumiu rostos diferentes segundo o período histórico e a região; não só no que diz respeito à Beleza física (do homem, da mulher, da paisagem), mas também em relação à Beleza de Deus ou dos santos ou das ideias.
Num mesmo período histórico, as imagens dos pintores e dos escultores pareciam celebrar um certo modelo de Beleza, a literatura celebrava outro. É possível que certos líricos gregos falem de um tipo de graça feminina que somente veremos realizada pela pintura e pela escultura de uma época diferente.
Por outro lado, basta pensar no espanto que sentiria um marciano do próximo milénio que descobrisse um quadro de Picasso paralelamente com a descrição de uma bela mulher num romance de amor do mesmo período. Não compreenderia a relação entre as duas concepções de Beleza.
Por isso, de vez em quando, deveremos fazer um esforço e ver como é que modelos diferentes de Beleza coexistem numa mesma época e como é que outros se vão mutuamente encontrando ao longo de épocas diferentes.
A casa das musas
Neste seu ensaio "A casa das musas", Ana Hatherly dedica-se ao estudo da poesia visual do período barroco português e a relação que esta tem com a poesia visual do século XX. O seu objectivo não é justificar a poesia visual feita no século XX mas sim conhecer as suas raízes e trajecto ao longo dos tempos.
Mas o que é a poesia visual? O Concretismo e o Experimentalismo expandiram o conceito de poema como objecto escrito e a sua representação visual tornou-se um aspecto decisivo da sua estrutura, ou seja, pode resumir-se o que é poesia visual através das palavras da própria Ana Hathely: "retirar o poema da página e apresentá-lo como objecto tridimensional ou como uma performance". Um livro cativante como sugestão de leitura para quem se interesse por esta temática.





















